quarta-feira, 29 de junho de 2011
Em breve: SORRISO METÁLICO
Hoje comecei a preparação para colocar aparelho nos dentes.
De novo.
A primeira vez não conta, eu tinha sei lá uns 10 anos e o aparelho móvel ficava em qualquer lugar, menos na minha boca.
Resultado: nenhum.
Então, passados alguns anos, resolvi que já é tempo de parar de enrolar e consertar logo estes dentes.
Fui lá na dentista, fiz toda a documentação, fotos, raio-x, molde ...credo, fazer esse molde é muito ruim mesmo. E tudo mais.
Hoje voltei na dentista e ela colocou umas borrachinhas entre os meus dentes que chamam separadores e servem para...TANAMMMM...separar os dentes.
Dor?
Imagina....vamos olhar as coisas pelo lado bom. Inicio hoje a dieta da sopa. Estava mesmo precisando perder uns quilos extras.
Na próxima semana volto para colocar as ...não me lembro o que e depois enfim colar os tais bráquetes. Acho que os quero azuis.
Em Canela já estarei devidamente aparelhada.
Ah...por isso também sou uma nova pessoa. Então, confirmo que mereço um novo nome. Sendo assim...
beijos
cris campos
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Cristina Campos
E aí, resolvi usar outro desdobramento do meu nome. Daqui para frente, atendo por Cristina Campos e assinarei Cris Campos.
Na verdade é o meu nome do meio xxx Cristina Campos xxx . Mas achei a sonoridade de Cris Campos muito gostosa. E cá pra nós, Marcela Penna estava muito apagado.
Cristina significa ungido no Senhor. Gostei da ideia de usar o nome com este significado.
O nome é excelente, a abreviação Cris é doce, o som ficou lindo. Enfim, PERFEITO.
Muito prazer, pode me chamar de Cris.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Será que é o retorno da Era dos Pesadelos?
Quando eu era criança, e não sei até quando durou, um monstro feito de terra derretendo habitava embaixo da minha cama. Ele era o guardião do castelo de uma bruxa. E este castelo era no subsolo bem embaixo de mim. O monstro ficava esperando eu pisar no chão para ele poder puxar meu pé e me jogar dentro do alçapão que ele vigiava. Uma vez lançada para dentro, eu iria cair no calabouço do castelo. Sabe-se Deus como sairia dali depois.
Por isso, eu nunca arrisquei ser pega por ele.
Pulava da minha cama para a cama da minha irmã e da outra e então pulava no corredor para bater na porta do quarto dos meus pais e pedir encarecidamente que me deixassem entrar porque eu estava com medo. (apavorada seria para apropriado).
Mas não pensem que eu estava livre, porque no final do corredor Freddy Krueger me esperava, mexendo aqueles dedos.
Tudo bem que ele era mais lento do que uma tartaruga porque nunca conseguiu vencer a distancia de 7 metros e me pegar. Mas ainda assim, causava-me pavor. Naquela idade, eu não tinha esta percepção.
Passada a adolescência, fase feliz com sonhos bonitos. Houve uma época em que fui atormentada por pesadelos quase diários. Eram três sonhos recorrentes que se revesavam com pequenas variações.
Eu já era adulta, durante a faculdade, talvez até um pouco depois. Não me lembro bem.
Mas agora estou com fome e se for colocá-los aqui, vai demorar. Os detalhes dos sonhos, ou melhor, dos pesadelos, ficarão para outra postagem.
Por isso, eu nunca arrisquei ser pega por ele.
Pulava da minha cama para a cama da minha irmã e da outra e então pulava no corredor para bater na porta do quarto dos meus pais e pedir encarecidamente que me deixassem entrar porque eu estava com medo. (apavorada seria para apropriado).
Mas não pensem que eu estava livre, porque no final do corredor Freddy Krueger me esperava, mexendo aqueles dedos.
Tudo bem que ele era mais lento do que uma tartaruga porque nunca conseguiu vencer a distancia de 7 metros e me pegar. Mas ainda assim, causava-me pavor. Naquela idade, eu não tinha esta percepção.
Passada a adolescência, fase feliz com sonhos bonitos. Houve uma época em que fui atormentada por pesadelos quase diários. Eram três sonhos recorrentes que se revesavam com pequenas variações.
Eu já era adulta, durante a faculdade, talvez até um pouco depois. Não me lembro bem.
Mas agora estou com fome e se for colocá-los aqui, vai demorar. Os detalhes dos sonhos, ou melhor, dos pesadelos, ficarão para outra postagem.
Outro dia tive um sonho
A cena era a seguinte: Era dia, mas não tinha sol. Creio que era de tarde. Um eu onírico no corpo de uma outra mulher, e minha irmã, também no corpo de uma outra mulher. Mas eu sabia que éramos nós duas ali, vestidas com roupas medievais. Saia comprida, a minha era azul céu, a dela, não me recordo ou não cheguei a ver. Corpete e um blusa por baixo. Cabelos meio presos meio soltos. Estávamos em volta de uma fogueira e eu imaginei fazíamos alguma espécie de ritual.
Porém, fui jogada dentro desta cena como uma espectadora que via a coisa se desenrolar do alto, como se estivesse no topo de algum lugar ou mesmo voando.
O sonho começou no momento em que as duas pararam, e assustadas, voltaram-se para trás na direção de uma colina de onde pessoas desciam correndo e gritando na direção delas.
As duas se puseram a correr.
Acho que eu, espectadora, estava voando, pois continuei acompanhando a cena do alto.
Logo foram alcançadas. Mas lutaram bravamente com 5 ou 6 homens, seus perseguidores, que a rodeavam. Aconteceu muito rápido, e então eu já estava ao lado das duas, vendo que elas venceram e decapitaram os inimigos.
Foi quando passei a participar no corpo daquele eu onírico.
Eu e minha irmã voltamos a correr, largando os mortos para trás.
Mergulhamos sem receio em um lugar alagado. Era uma espécie de garagem, formada por vigas e com teto de palha. Tinha, um trator pequeno, ferramentas, máquinas, equipamentos, mas tudo coberto de água até a metade. E não dava pé para nós.
Neste momento, o mundo ficou cinza, como se fosse uma manhã de inverno. Tudo em volta, inclusive nós, tínhamos uma tonalidade cinza azulada.
E foi nesta água que encontramos nossos pais. Ficamos ali de papo.
Os mortos apareceram do ponto seco, atrás da garagem. Carregando suas cabeças como se carregassem pacotes. Eles se lançaram na água.
Nadamos.
Batemos os braços e as pernas desesperados em direção a uma cabana, poucos metros a frente. Vez por outra, tivemos que parar para ajudar nossos pais, com dificuldades na natação. Mas enfim chegamos na tal cabana.
Aqui, o negócio ficou esquisito. Como se eu acordasse e voltasse a dormir, retomando o sonho, a cena se repetiu a partir deste ponto algumas vezes. Uma espécie de efeito borboleta. Mas tenho certeza de que em nenhum momento eu acordei.
A primeira coisa que me passou pela cabeça assim que pisei na cabana, foi que precisava levar o meu filho que dormia o sono dos inocentes em uma cama ali dentro.
Criança no colo, tomei o rumo da porta e coloquei o menino no banco de trás de um 4x4. Mas meus pais quiseram tirar a roupa molhada. E os mortos chegaram na cabana.
A cena voltou, antes que eu visse o desfecho.
Chegamos na cabana, falei que precisava pegar meu filho. Mas eu e minha irmã concordamos que tirar as roupas molhadas ficaria mais confortável. Olhamos pela janela. Os mortos ainda lutavam na água para nadar e segurar a cabeça em local seco. Trocamos de roupa. Coloquei meu filho do banco de trás do 4x4...e minha mãe quis juntar algumas coisas para levar. Eu e minha irmã começamos a discutir com ela.
A cena voltou.
Chegamos na cabana, peguei meu filho. Trocamos de roupa e vestimos uma espécie de camisola branca comprida. Mas seca. Coloquei o pequeno, que incrivelmente continuava dormindo, no banco de trás do 4x4. Minha mãe não conseguiu subir no carro. Os mortos apareceram na porta da cabana.
A cena voltou.
Chegamos na cabana. Peguei meu filho. Vestimos a camisola. Criança no banco de trás. Eu e minha irmã ajudamos minha mãe a subir no carro sob a supervisão do meu pai, enquanto gritávamos que ele entrasse logo pelo outro lado. Os mortos chegaram na porta da cabana. Minha irmã terminou de colocar minha mãe no carro enquanto eu dei a volta e assumi o lugar do motorista. Assim que minha irmã sentou ao meu lado, e mesmo antes de ela fechar a porta, eu arranquei com o carro, levantando poeira da estrada.
Aqui, era de manhã e com sol forte o suficiente para pintar tudo de amarelo.
Acordei finalmente.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Sobre o hábito de ler
"Quer dizer, você sabe ler e não lê? Onde é que você está com a cabeça? Achou seu espírito no lixo? Leia. Aproveite. Faça um favor a si mesmo: prometa que jamais dirá que não tem tempo para ler. Fale sobre livros em vez de falar mal do chefe, do vizinho, do colega. Crie uma história só sua com os livros, movida pela sua própria busca. Leia aquilo que lhe dá prazer — ainda que seja um prazer vindo do incômodo. Leia por prazer. Leia por temor. Leia por coragem ou por inocência, fingindo que não será o mesmo depois do ponto final. Torne a literatura a matéria prima da sua vida. Ela é uma espécie de feijão e arroz da alma."
Vi aqui http://aprendizdeescritor.com.br/aprendiz-de-leito
Vi aqui http://aprendizdeescritor.com.br/aprendiz-de-leito
domingo, 19 de junho de 2011
Walter Benjamin
Quanto mais esquecido de si mesmo está quem escuta, tanto mais fundo se grava nele a coisa escutada.
Computador novo
Muito legal. Ganhei um PC novo neste fim de semana. Estava mesmo precisando, o antigo estava voluntarioso e eu temia desliga-lo pois dava chiliques de não querer ligar no dia seguinte.
Tudo funciona perfeito, tudo lindo, tudo novo.
Eu só esqueci de salvar, anotar ou sei como deveria ter feito com as páginas adicionada na barra de favoritos. Porque agora não apenas não tenho os endereços, como estava tão acostumada a simplesmente clicar no nome que salvei, que nem sei mais qual eram as páginas.
Ganhei até um vasinho de flores numa barra lateral que cada vez que o mouse passa sobre ele, cai gotas de agua. E um lembrete para beber agua de tanto em tanto tempo.
Adorei
Tudo funciona perfeito, tudo lindo, tudo novo.
Eu só esqueci de salvar, anotar ou sei como deveria ter feito com as páginas adicionada na barra de favoritos. Porque agora não apenas não tenho os endereços, como estava tão acostumada a simplesmente clicar no nome que salvei, que nem sei mais qual eram as páginas.
Ganhei até um vasinho de flores numa barra lateral que cada vez que o mouse passa sobre ele, cai gotas de agua. E um lembrete para beber agua de tanto em tanto tempo.
Adorei
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Eu fiz um cordel
Chama-se A fada do Rio, e é assim
A fada vivia no rio encantado
encantada, cantava
as águas, embalava
o leito, corria pelo rio encantando
a fada sonhava com o príncipe
que a tiraria daquela magia cantada
E está aqui http://educarparacrescer.abril.com.br/cordel/, na corda encantado, com o nome do meu filho Pedro. Eu fiz para ele. Sempre. Tudo.
sobre ilhas e continentes
Acabo de ler um texto lindo e interessante de uma melhor amiga, a .Branca Barão.
Falava justamente sobre o título desta postagem. Sobre sermos ilhas e sermos continentes.(ler aqui)
Muitas vezes nos sentimos sozinho no meio da multidão, ilhas, e nem nos damos conta.
Outras, é tão bom estar envolvido em alguma coisa com outras pessoas, fazer parte de um grupo, ou vários. Continentes.
Acho que na maioria das vezes, sou uma ilha.
Nada contra não. Adoro ser assim. Gosto de verdade da minha companhia, conversar comigo mesmo...e olha que consigo discutir...Gosto de passar os dias sozinha, lendo, escrevendo, momentos ilha solitária no oceano. No mar aberto, alto mar. Levada pelo vento, pelas ondas, pela imaginação, imagens que crio na cabeça pelo texto lido, ou pelo texto escrito quando fecho os olhos e vejo a cena acontecer ali, bem na minha frente. Em outro ambiente, em outra época, outro lugar.
É mágica. E eu adoro mágica. Adoro esta mágica.
E adoro minha mente fértil fértil, é claro.
Gosto de não me preocupar em dar atenção a quem está do meu lado. Nestas horas, prefiro que não tenha ninguém. Gosto demais da sensação de saber que estou sozinha aqui, em casa, no carro, na praia, onde for.
E não é contraditório, adorar do mesmo jeito estar rodeada de pessoas queridas? Amigos. Discutir, polemizar, filosofar, devanear (esta palavra existe?). Não é tão bom ter com quem brindar com o copo de cerveja ou a taça de vinho tinto seco?
Amo ser continente e jogar pôquer até altas horas com acompanhamento etílico. Ou apenas acompanhamento das risadas sobre as jogadas, blefes, ou aquelas mãos ruins que recebemos. Como um K e um J de ouros, quando o flop é 7, 3 e 9 todos pretos. E você pensa " Aonde poderemos chegar?"
E a experiência de viver algo novo? Sozinho é muito ruim. Temos que ter alguém para compartilhar as emoções, angustias, sabores. Continente. Definitivamente continente.
Se eu dormir agarrada no meu filho também é continente? Continente.
Se não estamos sós. Continente.
Como mãe, eu digo que não existe nada melhor no mundo do que dormir agarrada no cangote do pequeno. Amo ficar coladinha nele. Pelo menos enquanto posso, enquanto a preferência é minha e principalmente enquanto não é mico. Continente.
Uma parte do texto da Branca dizia que "o segredo da felicidade é esse aprendizado de saber ser ilha e estar feliz com isso e saber ser continente e se sentir bem assim também."
Branca, acho que posso dizer que encontrei este equilíbrio. E concordo quando você diz que ser ilha e ser continente, de bem com os dois, é flexibilidade humana.
Li o texto como ilha que sou.
Compartilhei porque sou parte de um continente.
Beijos
Falava justamente sobre o título desta postagem. Sobre sermos ilhas e sermos continentes.(ler aqui)
Muitas vezes nos sentimos sozinho no meio da multidão, ilhas, e nem nos damos conta.
Outras, é tão bom estar envolvido em alguma coisa com outras pessoas, fazer parte de um grupo, ou vários. Continentes.
Acho que na maioria das vezes, sou uma ilha.
Nada contra não. Adoro ser assim. Gosto de verdade da minha companhia, conversar comigo mesmo...e olha que consigo discutir...Gosto de passar os dias sozinha, lendo, escrevendo, momentos ilha solitária no oceano. No mar aberto, alto mar. Levada pelo vento, pelas ondas, pela imaginação, imagens que crio na cabeça pelo texto lido, ou pelo texto escrito quando fecho os olhos e vejo a cena acontecer ali, bem na minha frente. Em outro ambiente, em outra época, outro lugar.
É mágica. E eu adoro mágica. Adoro esta mágica.
E adoro minha mente fértil fértil, é claro.
Gosto de não me preocupar em dar atenção a quem está do meu lado. Nestas horas, prefiro que não tenha ninguém. Gosto demais da sensação de saber que estou sozinha aqui, em casa, no carro, na praia, onde for.
E não é contraditório, adorar do mesmo jeito estar rodeada de pessoas queridas? Amigos. Discutir, polemizar, filosofar, devanear (esta palavra existe?). Não é tão bom ter com quem brindar com o copo de cerveja ou a taça de vinho tinto seco?
Amo ser continente e jogar pôquer até altas horas com acompanhamento etílico. Ou apenas acompanhamento das risadas sobre as jogadas, blefes, ou aquelas mãos ruins que recebemos. Como um K e um J de ouros, quando o flop é 7, 3 e 9 todos pretos. E você pensa " Aonde poderemos chegar?"
E a experiência de viver algo novo? Sozinho é muito ruim. Temos que ter alguém para compartilhar as emoções, angustias, sabores. Continente. Definitivamente continente.
Se eu dormir agarrada no meu filho também é continente? Continente.
Se não estamos sós. Continente.
Como mãe, eu digo que não existe nada melhor no mundo do que dormir agarrada no cangote do pequeno. Amo ficar coladinha nele. Pelo menos enquanto posso, enquanto a preferência é minha e principalmente enquanto não é mico. Continente.
Uma parte do texto da Branca dizia que "o segredo da felicidade é esse aprendizado de saber ser ilha e estar feliz com isso e saber ser continente e se sentir bem assim também."
Branca, acho que posso dizer que encontrei este equilíbrio. E concordo quando você diz que ser ilha e ser continente, de bem com os dois, é flexibilidade humana.
Li o texto como ilha que sou.
Compartilhei porque sou parte de um continente.
Beijos
Hoje a noite
MARGOT WEIDE:
Lançamento: O momento da esperança anunciado pelo sussurro dos sinos.
Primeiro livro de três Alaba Textory de Margot Weide
data 17/06/11
horário 19:00
Local Livraria Saraiva - Shopping Rio Sul
terça-feira, 14 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
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